Igor Scliar
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  • Foto do escritorAscom iBench

Microrganismos patogênicos e resistentes — ameaças, prevenção e descontaminação.

Atualizado: 30 de jun. de 2022

Se o mundo de fato possui inimigos em comum, esses são os microorganismos patogênicos, principalmente aqueles que são multirresistentes.







Grande parte da evolução da medicina — e seu impacto na longevidade humana — se deu pelo desenvolvimento de antibióticos, vacinas, diagnósticos mais precisos e medicamentos diversos. Além das práticas de higiene.


Para além dessas inovações tecnológicas, as recentes epidemias de Influenza, MARS, SARS e a pandemia de Sars-Cov-2 (COVID-19) renovaram a percepção sobre a influência das políticas públicas na efetividade das próprias inovações.

Assim, de um lado temos que as políticas públicas em saúde precisam ser repensadas e ressignificadas quanto à sua importância no bem-estar da sociedade. Por outro lado, as inovações tecnológicas também possuem papéis diferentes na luta contra esse “inimigo comum”.


Neste artigo, falamos sobre o combate a microrganismos patogênicos e trazemos uma nova tecnologia que pode ajudar laboratórios, clínicas e hospitais a oferecerem um ambiente mais seguro para cientistas, pacientes e profissionais da saúde.


Por que esse assunto é importante?

Com a pandemia de COVID-19 temos aprendido e divulgado muito sobre evolução de microorganismos, mutações genéticas e imunologia. As variantes dos vírus Sars-Cov-2 e suas consequências trouxeram à tona a discussão sobre escapes imunológicos e vacinais. Como resultado, percebemos que as diferentes tecnologias que temos podem ser eficientes apenas durante determinado tempo, ou que precisamos de uma série de barreiras (e não apenas uma bala de prata) para protegermos a nós e aos outros.


Isso não é verdade apenas para o coronavírus. Já há muitos anos e cada vez mais, cientistas e epidemiologistas alertam para o avanço das superbactérias, ou seja, aquelas bactérias que são resistentes a antibióticos. A própria pandemia de coronavírus parece ter acelerado a seleção destas cepas, com longa permanência de internados em hospitais e a própria elevação da taxa de hospitalização. Mas mesmo com líderes mundiais reconhecendo esta ameaça, poucas ações de grande impacto foram tomadas.


E agora?

Tanto para os vírus, quanto para as bactérias, ou mesmo para os fungos e protozoários, a PREVENÇÃO é sempre a melhor opção, principalmente a partir da perspectiva da sociedade.


Atividades preventivas incluem hábitos de higiene, produtos de limpeza aplicados de maneira correta entre outras guias de procedimento, como redução de uso de antibióticos, tanto em casa individualmente, quanto em hospitais.


Do lado da biotecnologia, estudos para o desenvolvimento de vacinas têm sido enfatizados. O artigo Um guia para a vacinologia discute as tecnologias das vacinas atuais, como a resposta imune funciona e porque elas são importantes para o controle de microorganismos patogênicos, inclusive os multirresistentes.


Luzes Ultra-Violeta C — uma nova arma contra microrganismos patogênicos.

Do lado da engenharia, por sua vez, uma nova tecnologia soma esforços às iniciativas mencionadas anteriormente. Já é conhecido nos laboratórios de pesquisa e clínicas especializadas os fluxos de célula e as câmeras de PCR que utilizam luz UV para descontaminar seus ambientes. Apesar disso, o uso da radiação UV ficou restrito a esses equipamentos.


Portanto, foi em 2019 que a UVCOM Tecnologia em Biossegurança, empresa 100% brasileira reconheceu uma oportunidade e inovou: trouxe para outros equipamentos a UV do tipo C, a mais efetiva no combate microbiológico. Um estudo de 2016, realizado por instituições canadenses, trouxe evidências sobre a efetividade deste tipo de tecnologia, em comparação com métodos tradicionais de limpeza.


A UVCOM tem atualmente seis produtos no mercado e mais 10 no pipeline, tudo utilizando luz ultravioleta. Os produtos visam a descontaminação tanto de ambientes e superfícies (a partir de torres móveis ou circuladores de ar) bem como pequenos objetos como pipetas e artefatos de vidro com a cabine de desinfecção. Ótimo para itens que não podem ser autoclavados.


Detalhe, ao contrário de fluxos celulares e cabines bacteriológicas que precisam de certificação e calibração, os equipamentos UVCOM não precisam de manutenção.


Onde encontrar os equipamentos para descontaminação?

A UVCOM iniciou sua parceria com o iBench Market no final de 2021. Na plataforma você pode adquirir diretamente os equipamentos, contando com entrega e assistência técnica em todo o Brasil.


O iBench Market também conta com fornecedores nacionais e estrangeiros para insumos e equipamentos de biologia molecular, reagentes químicos e muito mais.


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